quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Vida de bombeiro – o dia a dia de um anjo da guarda


1º Comando regional dos bombeiros - Porto Alegre

A vida de bombeiro não é nada fácil. Sempre prontos para ajudar quem precisa, os “anjos da guarda” vivenciam momentos difíceis na profissão, mas sempre atendendo as ocorrências com rapidez e dedicação.

Segundo Vanise Schneider, soldado do 1º Comando Regional de bombeiros, a preparação começa cedo, na mudança de turno. É realizada a limpeza e manutenção da viatura do quartel e dos equipamentos. A guarnição que vai para o serviço troca informações com a equipe que entra de serviço. “Entre um chimarrão e outro, a conversa flui naturalmente. A pauta se restringe a assuntos pessoais, pois a ética profissional não permite expor os atendimentos. O ouvido permanece atento ao sinal de emergência, que pode soar a qualquer segundo nas campainhas instaladas pelo quartel”, comenta.

Conforme Vanise, a central 193 recebe as ocorrências, faz a triagem e avisa o posto de bombeiros. Ao soar a campainha, a guarnição corre em direção a viatura que em poucos segundos deixa o pátio do estacionamento com a sirene devidamente ligada.

Segundo a soldado Schneider, os bombeiros trabalham 24 horas por dia, sendo que 72 horas são para descanso. “Mas só podemos ter certeza do horário do início do plantão, quando acontece nos últimos 30 minutos um chamado, e não há como esperar”, explica Schneider.

Nessa profissão, nenhum dia é igual ao outro. O Corpo de bombeiros não atende somente acidentes e incêndios, mas também socorro à animais, suicídios, desaparecimentos em florestas e matas, afogamentos, extermínio de abelhas, entre outros.

Conforme Vanise, o corpo de bombeiros do 1º Comando Regional, atende em média vinte ocorrências por dia. “No ano passado, foi um total de 3.779 ocorrências. No verão a solicitação mais comum é a de extermínio de abelhas e marimbondos. Em novembro do ano passado, atendemos 210 ocorrências deste tipo, enquanto que em julho foram apenas nove chamados. Outra ocorrência que tem grande número de solicitações é o incêndio, sendo que, no ano de 2009, foram 1201 ocorrências atendidas”, explica.

“Cotidianamente arriscamos nossas vidas pela vida do próximo, mas fazemos isso com muito orgulho, prazer e satisfação de dever cumprido”, conclui Schneider.

Para mais informações, acesse:

http://www.brigadamilitar.rs.gov.br/bombeiros/index.htm

quarta-feira, 31 de março de 2010

सेर डी बम कॉम अ vida

Grêmio

sexta-feira, 19 de março de 2010

Jornalismo econômico contemporâneo‏ - 19/03

Texto por Aline Chieza

JORNALISMO ECONÔMICO: HISTÓRIA E PROCESSO

(Fonte: IN BASILE, Sidnei. Elementos de jornalismo econômico. Rio de Janeiro: Campus, 2002).

A história da imprensa econômica no Brasil ainda está pendente. Durante os anos 60, Assis Chateaubriand estimulava os jornalistas a fazerem o máximo de suas competências e habilitações, mas não auxiliava a construir a dignidade da profissão. Fez grandes jornais, jornalistas e grande jornalismo, mas também estimulou a corrupção e do seu império pouco ficou.

Logo após sua morte, nos anos 60, se estruturou a moderna imprensa brasileira. Depois do golpe militar de 1964, os meios de comunicação sofreram por parte dos militares. Eram pressões que suspendiam uma série de garantias constitucionais e inibia a liberdade de expressão. Com poucos empregos disponíveis, os jornalistas perceberam que as portas estavam se fechando cada vez mais.

Nos anos 70, começou o ciclo de crescimento, que ficou conhecido como “milagre brasileiro”. Nesse período teve baixa inflação, elevados níveis de crescimento econômico e endividamento do setor público. No início dos anos 80, os recursos levantados no início do ciclo foram utilizados na construção de obras de infra-estrutura social. Foi a fase do crescimento exponencial das empresas estatais.

O jovem colunista da Folha de São Paulo Joelmir Beting, buscava explicar para o grande público o que significava a linguagem economês. Beting, no final dos anos 60, ganhou uma coluna onde explicava para o público na linguagem mais simples, ou melhor, do economês para o português. A partir daí, as pessoas começavam a compreender.

PAUTA, TEXTO E EDIÇÃO NO JORNALISMO ECONÔMICO

(Fonte: Adaptado de BASILE, Sidnei. Elementos de jornalismo econômico. Rio de Janeiro: Campus, 2002).

Tudo se começa pela pauta, então a reunião de pauta é muito importante no jornalismo. Para se desenvolver pautas originais é preciso:

Desenvolver as próprias idéias de pauta;
Não ficar muito tempo no telefone;
Fazer duas entrevistas por dia;
Usar agências, internet, releases como fontes de informação.

Quando se faz uma reunião de pauta é preciso de muito bom humor. Sendo assim, o bom humor ajuda a florescer a criatividade. Vale lembrar também que o planejamento editorial é importante, pois ajuda a perceber quais são as expectativas dos telespectadores, leitores e ouvintes, dando à eles uma boa notícia. É bom usar muitas pesquisas como fontes de adequação das pautas.

No jornalismo econômico, procura-se escrever para as pessoas mais interessadas em dinheiro, ou seja, como produzir, consumir, poupar e investir. São geralmente empresários, executivos, homens e mulheres de todas as raças que se interessam em saber tudo sobre dinheiro. Precisamos ser rápidos, atentos, competentes, descritivos, emotivos para que assim as pessoas se voltem para nós e leiam nossos textos.

A fonte pode ser um problema para o jornalista, se despejar muitos números. É preciso pegar o que vale mesmo a pena e jogar fora o resto. Recorrer a recursos de texto e edição com infográficos, tabelas e recursos de ilustração facilitam a informação, permitindo que ela se torne atraente.


Editar é o mesmo que escolher. Então, quando se edita é preciso comunicar um ponto de vista, fazer um exercício de equilíbrio e cobrar com sabedoria.
Para saber melhor a forma de organizar a edição, a escola adotada pela Gazeta Mercantil e outros jornais internacionais foi a de separar a economia por setores. A forma mudou um pouco nos últimos anos. Os jornais continuam realizando a edição por cadernos e cobrindo setores.
O fim e a frente do livro devem conter seções fixas e colunas que visam ao leitor promessa da revista, aquilo que se propõe a fazer. Também deve se concentrar parte da publicidade.
No meio do livro fica o “horário nobre” da edição. Lá deve estar a matéria de capa e histórias da edição, aquelas que tem mais pesquisas e entrevistas, e um espaço aos recursos visuais da edição. É a área que deve ter entre 50 a 60% das páginas editorias. Essa é a área onde o leitor sabe que poderá ler sossegado.

terça-feira, 16 de março de 2010

Enquete: Na sua opinião, Como anda a economia brasileira?

"Temos que separar a crise em dois momentos. Até setembro de 2008, discutíamos a crise do subprime quando ainda não havia o problema dos bancos. Até esse momento, o Brasil sentiria muito pouco a crise por várias razões. A economia estava sólida
Havíamos diversificado nossas exportações. Os bancos brasileiros tinham maior solidez e havia maior controle do Banco Central. Quando veio o Lehman Brothers [quebra do banco americano de investimentos em setembro de 2008], aconteceram duas coisas graves.
O dinheiro desapareceu. Uma empresa como a Petrobras passou a pegar empréstimos na Caixa que seria destinado a pequenas empresas brasileiras.
Tem setores diferenciados. Não pode colocar todo mundo no mesmo barco. Tem o setor automobilístico que é dinâmico, mas depende de orientação da matriz. Como a matriz, estava numa situação muito delicada, a orientação recebida aqui era para colocar o pé no breque.
Tinha o setor siderúrgico, com 60% da produção para exportação, que, de repente, minguou. A Vale exportava quase tudo o que produz de minério. Na hora em que caiu a demanda da China, houve um breque. O que me deixou decepcionado é que as pessoas deveriam ter tido a paciência para ver o tamanho do buraco.
Quando dizíamos que o Brasil seria o último a entrar na crise e o primeiro a sair, nós estávamos convencidos do potencial do Brasil e do mercado no. Há anos venho dizendo: o problema do Brasil não é o custo final do carro, o problema é saber se a mensalidade que o ador vai pagar cabe no seu holerite.
Hoje é um fato consagrado no mundo inteiro: o Brasil hoje é o país mais bem preparado e o que melhor enfrentou a crise.
Crescimento Positivo, entre 1% e 1% e pouco. Se não houvesse a brecada brusca entre dezembro e janeiro, poderíamos ter crescido 2,5%, 3% com certa tranquilidade. O importante é o sinal para 2010." (Diogo Rodrigues, vendedor)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Os Projetos de Porto Alegre para a Copa do Mundo de 2014

Porto Alegre (http://www.copa2014.org.br/cidades-sedes/PORTO+ALEGRE/) é a capital da diversidade cultural e da boa qualidade de vida da população. Têm belos parques com árvores grandes e antigas (http://www.indoviajar.com.br/brasil/rs/porto-alegre/os-parques.htm), onde as pessoas tomam o chimarrão e jogam conversa fora. A cidade tem uma ótima gastronomia e costuma preservar a tradição.
Com talento para o turismo de negócios, a capital gaúcha se prepara para
aumentar a rede hoteleira e decidir qual vai ser o estádio-sede (http://www.copa2014.org.br/noticias/Noticia.aspx?noticia=288) para os jogos da Copa do Mundo de 2014.
Segundo o jornalista e diretor do Portal da Copa de 2014, Silvério Rocha, os estádios Beira-Rio do Sport Club Internacional, e Olímpico Monumental, do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense atendem às exigências, mas a Fifa permite o uso de apenas um estádio por cidade, para passar as transmissões das partidas, e as arenas pertencem a times rivais.

(http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=383472)

O grande desafio que Porto Alegre tem é melhorar a infraestrutura, onde é preciso implantar projetos de urbanização e metrô da orla do rio Guaíba (http://www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt_detalhes~id~19459~fot~8~n~orla+do+rio+guaiba.htm). Um importante desafio talvez seja administrar os dois times rivais (Grêmio e Inter) e chegar a uma conclusão sobre qual vai ser o estádio-sede da capital dos gaúchos.

(http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?uid=4123336552568012319&pid=1218744028111&aid=1218717695$pid=1218744028111)




Arena gremista abrigará 50 mil pessoas

O Grêmio (http://www.sempretops.com/esportes/arena-gremista-o-novo-estadio-do-gremio-fotos-e-informacoes/) já tem a nova casa exposta em números. O clube fará uma grande modificação, preparando o time para sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014.
Segundo o apresentador e repórter do jornal Zero Hora Luís Henrique Benfica, a arena do Grêmio terá quatro anéis, três com cadeiras e um apenas com camarotes. Os quatro níveis formarão um caldeirão de 35 metros de altura, ou seja, equivalente a um prédio de 11 andares e com sete metros a mais de altura que a Bombonera, do Boca Juniors.
O local da construção do novo estádio já está decidido. A construção será feita no Bairro Humaitá, zona norte de Porto Alegre. A obra do novo estádio do Grêmio iniciará no ano que vem. A abertura está prevista para 2011, e pretende sediar diversos jogos da Copa de 2014.

(http://gremioimortal.blogspot.com/2008/09/novas-fotos-do-projeto-arena-do-grmio.html)




Eternamente Gigante, o destino do Beira-Rio


O estádio indicado para receber os jogos da Copa na capital dos gaúchos é o Beira-Rio (http://www.scinternacional.net/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=47). O Gigantinho tem inúmeros espetáculos e convenções, mas eles serão adequados e reformados. Atualmente, o ginásio não tem estrutura apropriada. Será transformado um novo espaço, com bares e monumentos.
De acordo com o jornalista do portal Sport Club Internacional Felipe Silveira, o Internacional já tem um projeto de remodelação do Beira-Rio denominado “Gigante para sempre”. O projeto de modernização foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre.
Segundo ele, o clube se adaptaria às mais recentes exigências do futebol internacional, e está totalmente pronto para sediar os jogos da Copa do mundo e assim, continuar sendo o motivo de orgulho para todos.
Os torcedores que pretendem assistir os jogos terão muita comodidade ao estacionar, e poderão aproveitar para conhecer os restaurantes e lojas. Haverá dois estacionamentos, ambos com entradas e saídas pelas avenidas Beira-Rio e Padre Cacique.

(http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=4&setor=29)